segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

MENSAGEM DE NATAL 2017


Que o Espírito de Natal esteja presente em cada dia das nossas vidas e que o ano vindouro seja pleno de realizações e conquistas.
Esta mensagem virtual deixa sentimentos bem reais, em nome de toda a  Equipa Coordenadora das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Monção.
Escrevo sobre um Livro

Escola Básica Deu-la-Deu Martins

"A Mala Assombrada" de David Machado
   Este livro fala-nos de dois irmãos, o mais novo não tinha medo de nada e o mais velho tinha medo de tudo, ao virem da escola viram uma mala e o irmão mais velho estava cheinho de medo até aos cabelos, e a partir desse momento aconteciam coisas estranhas e o irmão mais velho pensava que a mala estava assombrada, mas o irmão mais novo não acreditava nele.
   Há muito divertimento e curiosidade. Quem gosta, este é o livro perfeito, podem não compreender no inicio, mas depois de lerem duas ou três vezes está tudo compreendido.
   Eu adoro este livro e vocês também iriam adorar se o lessem.
                                

 Leonor Viana, N.º 12, 5.º B

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Autor do mês de novembro 2017

Biografia
Lídia  Jorge
        Escritora portuguesa nascida a 18 de junho de 1946 em Boliqueime, Algarve, Lídia Jorge é considerada uma das maiores romancistas na literatura portuguesa contemporânea.
       É possuidora de uma licenciatura em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa. Lídia Jorge foi professora do ensino secundário, primeiro em Lisboa e depois em Angola e Moçambique (…).
        Em 1980 edita o seu primeiro romance, “O Dia dos Prodígios” que relata Portugal no período do Estado Novo. Foi o seu primeiro sucesso. Seguem-se outros romances, peças de teatro e antologias de contos.
No início, os seus romances eram mais virados para o "realismo mágico" para depois evoluírem para um tom mais realista. Os seus temas favoritos são a mulher, os "problemas coletivos do povo português" e as "circunstâncias históricas e mudanças na sociedade portuguesa após o 25 de abril".
Em 1982 publica “O Cais das Merendas” e em 1984 “Notícia da Cidade Silvestre”, ambos receberam o prémio Literário do Município de Lisboa. Em 1984 escreve “A Costa dos Murmúrios” onde relata a sua experiência colonial. Este romance de grande destaque confirma o lugar de Lídia Jorge nas Letras Portuguesas. O tema da mulher aparece muitas vezes na obra de Lídia Jorge como no romance da “Cidade Silvestre” (1984) e “A Costa dos Murmúrios” (1988).
Nos anos noventa seguem-se mais romances. “A última Dona” em 1992, “O Jardim sem limites” em 1995 e o “Vale da Paixão” em 1998, romance pelo qual receberá vários prémios: o prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus; o prémio Bordalo de Literatura da Casa de Imprensa; o prémio Máxima de Literatura; o prémio de Ficção do P.E.N. Clube e o prémio Jean Monet de Literatura Europeia em 2000 (Escritor europeu do ano).
Os anos 2000 veem também a publicação de grandes obras como “O vento Assobiando nas Gruas” em 2002, que recebeu o prémio da Associação Portuguesa de Escritores e o prémio Correntes d’Escritas. Em 2007 publica “Combateremos à Sombra” que recebe o prémio Michel Brisset em 2008 em França pela Associação dos psiquiatras franceses. Em 2009 escreve “Contrato Sentimental”, onde apresenta uma reflexão sobre o futuro de Portugal. Em 2011 publica “A Noite das Mulheres Cantoras” e em 2014 “Os Memoráveis”. Ao longo da sua carreira também publicou antologias de contos: Em 1992 é publicado “A Instrumentalina” e “O Conto do Nodados”. Em 1997 é publicado “Marido e Outros Contos”. Em 2003, “O Belo Adormecido”. Em 2008 “A praça de Londres”.
Também escreveu uma peça de teatro, “A Maçon” que foi levada à cena no Teatro Nacional D. Maria II em 1997, com a encenação de Carlos Avilez. Uma outra obra de Lídia Jorge também teve uma adaptação teatral, “O Dia dos Prodígios”, encenada por Cucha Carvalheiro no Teatro da Trindade. Por fim, o romance “A Costa dos Murmúrios” teve uma adaptação cinematográfica em 2004, por Margarida Cardoso. A maior parte da obra de Lídia Jorge está traduzida em mais de 20 línguas e são estudadas em meios universitários portugueses e estrangeiros.


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

ALI BABÁ e os QUARENTA LADRÕES”
                                                    Adaptação para língua portuguesa de António Pescada

Este livro fala de um homem que segue uns ladrões até à sua gruta e rouba-lhes um tesouro muito valioso, recorrendo às palavras mágicas “Abre-te Sésamo.”.
Ali Babá ficou rico, mas será que, a partir deste momento, pode continuar a viver uma normal e descansada?
Se querem saber o resto da história procurem-na na vossa Biblioteca Escolar.
Eu gosto desta obra, porque é recomendada para a minha idade (11 anos) e para além de muito suspense também nos dá a conhecer algumas tradições orientais.

Gustavo Azevedo, 6.º D

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

O DIÁRIO DE UM  BANANA
“PÕE-TE A MILHAS!” 

                         de  JEFF KINNEY

A personagem principal é o Greg Heffley, um miúdo de 12 anos, que vive numa família composta pelos pais e os dois irmãos, um mais velho e outro mais novo.
O Greg só quer ter um NATAL normal, mas os pais trocam-lhe os planos e marcam férias para uma ilha paradisíaca. O que poderá correr mal??????
Depois do check-in, e uma viagem de LOUCOS para a ilha, os Heffleys planeiam descansar, passar um bom tempo em família, mas, na realidade, vão ter o contrário disso tudo.
 Muitas aventuras, perigos, romance, comédia e muita ação a substituir o Natal tradicional.
Tudo isto para desespero do Greg…

Filipe Pimenta, 6.º.D

terça-feira, 28 de novembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

ULISSES

Eu li esta história pois sei que a professora de Português a vai interpretar nas aulas…
Trata-se de uma história escrita por Maria Alberta Meneres que fala acerca de Ulisses um marinheiro grego. As histórias de Ulisses foram contadas pela primeira vez por Homero, grande poeta grego no seu primeiro livro Odisseia.
  Ulisses vivia numa ilha que se chamava Ítaca,muito feliz com a sua mulher Penélope e o seu pequeno filho Telémaco. Ulisses era o rei da Ítaca, apesar de ser rei era humilde e convivia como o seu povo.
  Certo dia os troianos raptaram a rainha grega e levaram-na para Troia. Assim os dois reinos entraram em conflito. Ulisses não gostava da ideia de ter de ir para a guerra, por isso teve a ideia de fingir que tinha ficado doido. Os amigos testaram-no e descobriram que ele fingia! Foi então que Ulisses teve que admitir e partir nos navios que iam em direção a Troia. Os gregos partiram muito felizes nos seus barcos a pensarem que iam ter uma vitória fácil mas não ia ser bem assim.  A  certa altura já ninguém conseguia suportar a saudade da sua pátria.
   Ulisses teve uma ideia: construir um gigantesco cavalo de pau, assente num carrinho com rodas e na barriga deste se esconderem alguns homens, desarmando o cerco tentando convencer os gregos da sua desistência indo embora, levantando as suas tendas de 10 anos e desapareceram nas colinas.
Os troianos desconfiados ficaram de vigia dois dias, três dias, quatro dias, e convenceram-se que os gregos não voltariam, abriram as portas da muralha e encontraram ali parado ao Sol um cavalo de pau.
Alguns troianos queriam queimá-lo, outros destrui-lo com os machados até que alguém disse que era um cavalo muito lindo e o deviam oferecer  aos seus deuses. Nessa mesma noite começaram os festejos em honra dos deuses gregos: beberam, comeram, dançaram, festejaram…já convencidos da vitória.
E de repente, de madrugada, Ulisses abriu a porta, que tinham feito no cavalo, e saltou para o chão, os seus companheiros fizeram o mesmo.Foi uma destruição total de Troia! Os gregos libertaram Helena.
Os gregos cheios de saudades da sua pátria puseram-se nos barcos. Ulisses reuniu-se com 40 marinheiros e foram em direção a Itáca. Mas a viagem iria complicar-se e muito!...
Para saberem mais acerca das aventuras de Ulisses é melhor fazer como eu fia- ler a história na íntegra pois é uma história repleta de aventuras e emoções avassaladoras!

           Verónica, N.º 19, 6.º C


ESCREVO SOBRE UM LIVRO


ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

O vale dos sonhos 


Esta história de que vos vou falar chama-se “O vale dos sonhos” que é um livro da coleção “O reino secreto”.
Eu gosto de ler livros desta coleção porque são livros de aventura com histórias muito criativas.
Esta história começa quando três amigas estavam em casa de Ellie a jogar ao jogo do burro e a mãe desta as chama para irem pôr a irmã mais nova na cama. Disse-lhes também que havia pipocas na cozinha. As três amigas ficaram muito  entusiasmadas exclamando:
- Não deve ser assim tão difícil adormecer uma menina de quatro anos!
 Ellie respondeu:
- Dizes isso porque não tens uma irmã mais nova se não, não o dirias.
Depois de algum tempo, a Summer e a Jasmin perceberam que Ellie tinha razão mas logo  disseram:
- Se nós as três conseguimos ir a um mundo paralelo e secreto, também conseguimos adormecer esta rapariga.
Após algum tempo lá a conseguiram adormecer. Quando saíam do quarto, em direção à cozinha,  Ellie reparou que a caixa mágica que as costumava transportar para o reino secreto , estava a brilhar e apareciam  uma mensagem. Foi  então que as três amigas se aproximaram e repararam e leram o que lá dizia :mandava-as  ir ao reino secreto pois o rei Merry não conseguia adormecer .Depois de lerem isto ,as amigas concluíram que se tratava  do  palácio do rei Merry.
As raparigas puseram as mãos em cima do tampo da caixa mágica .De repente apareceu uma fadinha a esvoaçar em cima de uma  folha que lhes disse que por muito que ela tentasse não conseguia adormecer Merry… e logo depois transportou-as para o reino secreto.
As amigas pensaram e perguntaram como é que nos outros dias ele adormecia, e a fada explicou-lhes que no reino havia um lugar chamado o vale dos sonhos, onde uns dragões produziam o pó mágico que depois espalhavam pelo reino e todos adormeciam. Foi então que as raparigas tiveram a ideia de ir visitar esse tal lugar para ver se encontravam alguma pista.
A fadinha guiou-as até lá e quando chegaram viram que não estava a haver produção de pó mágico e foi então que um dos dragões que estava lá se aproximou e as cumprimentou.
A fadinha tentou pedir só um bocadinho de pó ao dragão mas ele lamentando-se disse que não lhes podia dar pó porque na noite anterior não tinham produzido o pó mágico.
Outro dos dragões aproximou-se e disse-lhes que para elas perceberem tinham de lhes mostrar como faziam o pó mágico e começou:
- Nós primeiro subimos ao cimo do vale dos sonhos, não temos asas mas galopamos pelo ar e quando lá chegamos colocamos uma das nossas escamas em cima das rochas que depois se transformam em pedras mágicas, aquecemo-las com o nosso bafo ardente e elas transformam-se em pó dos sonhos que depois espalhamos pelo reino e todos adormecem, mas agora não o conseguimos fazer porque temos medo do escuro.
As meninas pensaram e acharam que a rainha Malice devia estar envolvida nisto, mas os dragões disseram que já há muito tempo que não vinha ali ninguém sem ser uma velhinha que lhes ofereceu bolinhos. As raparigas logo disseram que era a rainha Malice disfarçada.
 Elas pensaram logo que aquele medo vinha do feitiço dos bolinhos que a rainha Melice lhes lhes oferecia .As amigas queriam muito ajudar o rei Merry! Então, quando a noite se aproximava as raparigas tiveram a ideia maravilhosas  de pendurar lanternas numa árvore para iluminar o céu, mas os dragões disseram que não era o suficiente para iluminar o céu até ao cimo do vale dos sonhos. Foi então que uma das amigas disse para os dragões levarem as lanternas com eles, mas logo um deles respondeu:
-Nós não podemos levar as lanternas, porque precisamos das patas para galopar e da boca para aquecer as pedras.
Então  Ellie disse:
- Se vocês não podem levar as lanternas, levam-nos às costas e nós levamo-las.
Os dragões aceitaram e logo levantaram voo. Quando estavam a voar em direção ao topo do vale apareceram umas criaturas estranhas- eram os Elfos da Tempestade a atrapalharem a viagem a mando da rainha Malice. Começaram a cair uns  balões de água contendo um liquido mágico chamado “Gotas de Tristeza” aquém  fossem  atingido com elas ficavam tão tristes que não teriam forças.
Os elfos estavam a atrapalhar muito os dragões e conseguiram roubar-lhes as lanternas , que ficaram logo cheios de medo mas uma das meninas acalmou-os ao lembrar-se de uma frase que a irmã lhe disse:
-De noite eu gosto de olhar para as estrelas para não ter medo do escuro.
Ela repetiu isso para os dragões e eles ficaram calmos, Seguiram os elfos porque eles tinham as pedras dos sonhos. Um dos dragões , com o seu bafo, assustou o elfo e ele largou a pedra. Apanharam-na e levaram-na para o cimo do vale.
Os dragões transformaram as pedras no pó dos sonhos, espalharam pelo reino e o rei Merry e todos os outros habitantes do reino adormeceram e o Reino Secreto voltou a ser um reino adormecido.                               Diana Borges Guedes, N.º 6, 6.ºC