quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Rede Bibliotecas Escolares: Concurso Inês de Castro

Rede Bibliotecas Escolares: Concurso Inês de Castro: Está lançada a 6ª Edição do concurso Inês de Castro para o ano letivo de 2013-2014, na modalidade Artes Performat...

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

“O Rapaz de Bronze"

de Sophia de Mello Breyner Andresen




    No jardim, as plantas, de dia, não possuíam a capacidade de falar, mas à noite, ganhavam vida, movimentavam-se.

 Certa noite, o Gladíolo foi arrastado pelo vento até uma árvore. Dali, tinha visão direta para uma janela através da qual pôde apreciar uma festa humana. Como ficou desejoso de fazer uma, foi pedir autorização ao Rapaz de Bronze. Este concordou, mas tinha de convidar todas as flores do jardim e uma rapariga chamada Florinda, a filha do jardineiro.

    A tulipa atrasou se, mas, quando chegou, vinha tão bonita que todos lhe pediram para dançar. Mas ela não dançou com ninguém. 

     Passado muito tempo, Florinda contou esta história, mas ninguém acreditou nela, e ela passou a não acreditar também naquilo que tinha vivido.

     Uma noite foi fazer um recado à mãe e, ao passar pelo parque, encontrou o Rapaz de Bronze que lhe falou. Desta forma, voltou acreditar em tudo outra vez.

      É uma história muito bonita e emocionante. Faz-nos sonhar!

                 Tiago Fernandes, n.º 29, 5ºA
 
   “Ai quiseste ir de férias, Stilton?”
de  Geronimo Stilton



Geronimo Stilton quis ir de férias. Consultou uma agência de viagens e lá ele foi de avião, onde havia um rapazinho que estava sempre a meter-se com ele. Por causa do rapaz o avião vibrou um pouco e o Geronimo vomitou. Ao sair do avião, teve muitos problemas com várias pessoas e à saída do aeroporto estava uma ratazana à sua espera que lhe emprestou uma bicicleta para ir para o hotel. Aqui, o quarto estava muito desorganizado. Tentou falar com a rececionista mas o telefone estava desligado.

          Viveu as aventuras mais malucas que possas imaginar. Certo dia, foi à casa de banho e só viu baratas. Assustado, fugiu para a cama. Um senhor deu-lhe uns calções e vestiu-os. Depois o rececionista deu-lhe um folheto e gozou com ele. Foi à praia e ficou cheio de calor. Alugou uma trotineta e conheceu um rato chamado Trúquio que o assustou, dizendo-lhe que havia tubarões. E não é que havia mesmo? Certa noite, adormeceu cheio de sono, mas, às cinco da manhã, acordaram-no para fazer desportos radicais. Ao almoço, não comeu, porque a comida cheirava mal.

     Será que vai regressar a casa e poder finalmente descansar?  

     Aproveita as férias de Natal e lê este livro.

     É engraçado; fácil de ler e emocionante. Vale mesmo a pena!!!

                                        Alexandra Alves nº1 , 5ºD
 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013


 O Macaco sem rabo


Esta história trata de um macaco, chamado salta galhos que, no caminho para a escola, é envergonhado por uns meninos devido ao seu rabo comprido. Decide, então, cortá-lo no barbeiro. Arrependido desta decisão, voltou ao barbeiro para reaver o seu rabo. Este já o tinha deitado fora e o macaco ficou-lhe com a navalha. Repetiu-se esta situação com uma peixeira, a qual ficou com uma sardinha, com um moleiro o qual ficou com uma saca de farinha, com uma professora a qual ficou com uma menina, com uma lavadeira a qual ficou com uma camisa e com um violeiro ao qual ficou com uma viola. Por fim o macaco pega na viola e canta uma canção:

” Do meu rabo fiz navalha

   Da navalha fiz sardinha

   Da sardinha fiz farinha

   Da farinha fiz menina

   Da menina fiz camisa

   Da camisa fiz viola

  Drrrlim, drrrlão, Drrrlim, drrrlão

  Cá vou eu prá minha escola.

 

     O título é interessante e as ilustrações são muito boas. A história é divertida e o facto da personagem principal ser um animal com caraterísticas humanas dá mais interesse à história.

João Miguel Taveira Gomes, nº 18, 5º D

     O rapaz que tinha zero a Matemática

                             de

               Luísa Ducla Soares


 O Vasco detesta Matemática e quer aprender a fazer contas mas nunca consegue nada. Até chegou a estragar o bolo de Isabel por não saber calcular a metade das porções da receita.

E não se convence que precisa de aprender a fazer contas.

Será que um dia irá conseguir?
  

Lê o livro e ficarás a saber!

Manuel Soares, nº21, 5ºD

 

“PRINCESA POPPY”

  de Janey Louise Jones

A Poppy e a Mel são amigas e brincam juntas, todos os dias, no recreio da escola. Mas, um dia, a Poppy decide juntar-se ao clube da Cerejeira em Flor. Então, a Poppy diz à Mel que queria participar num clube de amigas que existia na escola. Dizendo isto, dirigiu- se às meninas da sua escola que lhe disseram que, primeiro, teria de passar um teste. A Poppy aceitou. A Mel seguiu-as, mas à distância.

Passado algum tempo, a Poppy só ouvia as meninas a falar mal da sua amiga e, para não parecer mal, não fez nada.

Quando chegaram à cerejeira, as meninas abanaram os troncos da árvore e as flores caíram sobre a Poppy. De repente, ouve- se um barulho. Um ramo das árvores partira e, por sua vez, partira também o vidro da estufa.

Na aula, a professora questionou a turma sobre o vidro da estufa. Ninguém se acusou.

Mais tarde, a professora descobriu que tinham sido as meninas a partir o vidro e, como castigo, tiveram de trabalhar na horta até ao fim desse período. As meninas do clube, pensando que tinha sido a Mel a dizer à professora quem tinha sido, passaram muito tempo a chamar à Mel de “queixinhas”.

A Poppy, cansada dos seus abusos, protegeu a amiga e desistiu do clube.

Passado algum tempo, as folhas da cerejeira caíram e aquele grupo deixou de existir. As meninas, vendo a Poppy e a Mel a brincar, decidiram pedir- lhes para brincarem com elas. A Poppy e a amiga aceitaram com quatro condições: não haveria testes, não chamariam nomes feios a ninguém, diriam sempre a verdade e a Mel seria a líder. As meninas aceitaram e, a partir desse dia, passaram a brincar todas juntas.                                                                    

Esta história é muito fácil de ler, é interessante e educativa, tem belas ilustrações. Apesar de um pouco triste, mostra como a amizade é um dos sentimentos mais valiosos na vida de uma pessoa.   

  Maria Esteves Salgado, nº20, 5º A

terça-feira, 5 de novembro de 2013

                                                                                         Olá, Eu Sou Um Livro!
                                                                                                          de
                                                                                                    Rui Grácio


Estava a Emília ainda absorvida nesta contemplação, quando se deu um acontecimento estranho.

De uma estante de livros para crianças, a menina viu um dos livros a mexer-se, para trás e para a frente, como se quisesse sair do seu lugar, como se estivesse a chamar.

     Eu gostava que a minha amiga Maria lê-se a obra, porque é um texto muito engraçado e curioso e divertido.                                                          

Mathilde Rodrigues, nº22, 5º A
                                                                                                  O RAPAZ DE BRONZE


de

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN


A história passa-se numa quinta com um jardim maravilhoso cheio de várias espécies de flores e plantas. Havia também um lago oval e uma estátua do Rapaz de Bronze.

À noite, as flores e a estátua ganhavam vida. Um dia, o gladíolo resolveu fazer uma festa de flores com a autorização do Rapaz de Bronze em que a orquestra era composta por vários animais. Para adornar uma jarra escolheram a filha do jardineiro – Florinda.

Há um país que é a noite e um país que é o dia! Tudo é tão fantástico, tudo parece um sonho!


Porquê ler esta esta obra?

  É uma história fácil de ler, com boas ilustrações, misteriosa e, ao mesmo tempo, dá-nos a conhecer várias espécies e de flores.

João Pedro Alves, nº19, 5ºD

quinta-feira, 27 de junho de 2013

                                                                           “ OS CIGANOS”




      “- Nós vamos, simplesmente. Um dia estamos aqui e no outro voltamos à estrada, até à próxima terra, onde tudo recomeça…”

 

      E o herói desta bela história foi. Simplesmente foi.

      Deixando para trás todas as atenções que sobre si caíam a todo o momento, ganhou asas e voou em busca de aventuras, do desconhecido, da liberdade.

     Cansado do trilho que, todos os dias, percorria da casa para o colégio e vice-versa, dos relógios sempre certinhos, das regras, das visitas, de mais do mesmo, saltou o muro do jardim, seguiu o rataplã de um tambor e partiu ao encontro de um acampamento de ciganos. Aqui conheceu uma rapariga cigana com olhos cor de avelã. Gela, assim se chamava. E com ela aprendeu a apreciar as pequenas coisas do dia-a-dia. Aqui não precisava de ir, à noite, à janela para olhar as estrelas e pensar na liberdade. Aqui, debaixo das estrelas, descobriu o prazer da

                                                 LIBERDADE...

 

    Este conto inédito inacabado de Sophia de Mello Breyner Andresen e terminado pelo seu neto Pedro Sousa Tavares, apesar de ter como principais destinatários os adolescentes, não deixa qualquer adulto indiferente.

     Vejam lá se aproveitam as férias para pôr a leitura em dia!

     Boas férias! E um abraço a todos aqueles que participaram neste blogue.
 

A profª Rosa Faria

terça-feira, 7 de maio de 2013

Dedicatória
 
Para o Gonçalo
 
 
Sei que não gostas muito de ler, mas pensei que este livro fosse adequado para ti, pois está cheio de aventuras e mistérios. Espero que este livro te abra uma janela aos mistérios da leitura.
 
                                                                     Do teu amigo João


A Noite de Natal
 
Era uma vez uma menina chamada Joana que não tinha irmãos e brincava sozinha.
Um dia, estava empoleirada no muro e passou um rapaz chamado Manuel que era muito pobre. Os dois começaram a brincar e tornaram- se grandes amigos.
Passaram muitos dias, muitas semanas até que chegou o Natal.
Joana perguntou à cozinheira se o Manuel iria receber presentes e a cozinheira disse que os meninos pobres não recebem presentes e Joana ficou a pensar nisso…
E, agora, se quiseres saber o que aconteceu, aconselho-te a leres este livro, porque é muito emocionante e maravilhoso e também te ensina a seres solidário com os outros.
 Espero que gostes.
Joana Fernandes Tavares, nº10, 6ºD
                                    Dedicatória
08/04/2013
 
Para o meu amigo André
   Dedico-te este livro, porque é interessante e divertido. Quando o leres, vais ver o quanto podes aprender
                                 Do teu amigo Dylan
                             Dylan, 6ºF



As gémeas Enyd Bliton
 

Esta obra tem como personagens principais duas irmãs gémeas, a Patrícia e a Isabel O’Sullivan. As restantes personagens são Maria e Francisca Waters Madmosell, Sra e Sr. O’Sullivan, a diretora da escola, tia e governanta Emília, Sra Theobald, Vera, Célia Belinda Towers, Frederico, Professora Kennedy, Ilda, Sra Lewis, Kenny, Professora Roberts, Dora, Joane, Catarina e Josefa.

            Patrícia e Isabel eram umas meninas muito bem comportadas até ao momento em que os seus pais decidiram mudá-las de escola. Passaram a fazer asneira atrás de asneira. Um dia, encontraram, no estábulo, um cão e elas queriam adotá-lo só que na escola não permitiam cães. Patrícia e Isabel levaram-no para o sótão da escola. Até que, um certo dia, a diretora descobriu que existia um cão no sótão.

            Eu aconselho a ler este livro porque é divertido e as protagonistas fazem muitas asneiras.

            Leiam, vão gostar!

 

                                                                                                              Matilde Oliveira nº 17 6º F
Dedicatória
 
 
09/04/2013
 Ao meu amigo Pedro
Ofereço-te este livro porque eu acho que tu gostas de histórias de terror e ler faz bem. Por isso aproveita!
Do teu amigo
                 André                                                                                       
                                                                                                                André, 6ºF                                                                                       


O Livro que eu li chama-se “Harry Potter e a Ordem da Fénix “de J.K.Rowling. Eu gostei muito deste livro, porque é muito emocionante e está cheio de mistérios. Eu aconselharia este livro a toda a gente, principalmente àqueles que gostam de magia, intriga e mistério.

Este livro começa quando Harry tem que ir a um julgamento no Ministério da Magia para ver se é ou não expulso da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts por ter desobedecido à lei dos feiticeiros com idade inferior a 17 anos. Então, o ministro da magia não acredita que Voldemort, o feiticeiro mais poderoso do mundo da feitiçaria, está de novo renascido.

                                                                                     Diogo Marinho Gonçalves, nº 10, 8ºD








Quem tudo quer tudo perde


         Estava muito vento!
         Não se ouviam os pássaros.
         Havia nuvens negras no céu e parecia que ia chover.
         Todos os animais da floresta estavam em suas casas.
         Mas a raposa matreira...caminhava manhosa e pensadora!
         Pensava como ficar ainda mais rica!
         Então foi bater à porta do lobo e convidou-o a ir jogar poker para a sua toca.
         -Truz! Truz! Amigo lobo, estás aí?! – perguntava a raposa.
         -Sim – respondeu o lobo podes entrar!
         -Vinha convidar-te para jogares uma partida de poker comigo! Aceitas? – interrogou-o a raposa.
         - É claro que sim – declarou o lobo.
         Foram os dois muito calados até à toca da raposa e jogaram toda a noite muito entusiasmados.
         A raposa estava a ganhar quando resolveu apostar todo o seu dinheiro.
         -Estou certa que jamais me ganharás! Vou apostar agora todo o meu dinheiro – afirmou a raposa convencida.
         -Estás certa do que queres fazer ? Olha que podes perder tudo! – interrogou-a o lobo.
         - Não te preocupes, nunca perdi e não vai ser desta vez. Quero ficar milionária – disse a raposa.
         Jogaram a sua última partida e a raposa foi perdendo todo o seu dinheiro...até ao último cêntimo.
                    O lobo bem a tinha avisado, mas...
 
        “Quem tudo quer tudo perde”.
 
                                                                                                    Trabalho realizado por Rui Rocha Rego, n.º15, 5.ºE a partir da leitura de fábulas

terça-feira, 5 de março de 2013

  

                                  A TEMPESTADE QUE SE AVIZINHA


Jack Sparrow é um adolescente em busca de aventuras que reúne um grupo de amigos marinheiros para embarcar na mais perigosa viagem das suas vidas.

    O seu objetivo é encontrar a Espada de Cortês. Esta dar-lhe-á poderes extraordinários.

     Nem te passa pela cabeça! Muita aventura, muita emoção...

      Ler para acreditar!

      Mas ainda outro; evitar cair nas mãos mais malvadas dos sete mares: o perigoso Davy Jones.

 
 

Francisco, nº10 6ºF

 
   

                  

        A vergonha de Takao


Takao e a sua família vivem no Japão, um país em que os estudos são a coisa mais importante.

   Takao está cada vez mais farto que lhe estejam sempre a dizer- lhe que tem de tirar boas notas.

    Um dia, dizem-lhe que o pai está prestes a perder o seu emprego. Então, sentiu-se culpado por ter desiludido o pai e vai tentar ajudá-lo, procurando trabalho.

    Mas nada parece correr bem, só faz catástrofes.

     É um livro interessante. Leiam para ficarem a saber o que acabou por acontecer. Além disso, aprendem que o diálogo e a entreajuda são muito importantes.

Dylan Silva, nº 8, 6ºF


 
 
Um Colégio Novo

                       de Maria João Lopo de Carvalho

   Um inovador grupo de amigos volta a encontrar-se na escola, depois das férias de Verão e vêem-na completamente mudada.

   Uma aventura cheia de mistério, diversão e entusiasmo acontece: concursos de natação, canto, equitação e até mesmo teatro.

    No final da história, tudo se resolve e cada um encontra o seu verdadeiro amor.

Aconselho a leitura desta obra, pois ensina-nos algumas regras fundamentais, quando se está na escola. Também nos mostra que não devemos ignorar os nossos sentimentos e os nossos palpites.

Bárbara Magarinho, nº3 6ºC

O rapaz que ouvia as estrelas


     A obra “O rapaz que ouvia as estrelas” de Tim Bowler considero-a muito fascinante, intrigante e carregada de suspense.

       As personagens da obra são: Luke, a mãe, Mrs. Litlle, Mr. Roberts, Mr. Harding, Rose, Daz, Speed, Miranda e Skin.

         O que eu gostei mais na obra foi quando Luke assaltou a casa da Mrs. Litlle mas ela conseguiu apanhá-lo.

        Quando acabei de ler o livro, fiquei com uma impressão muito interessante. Parecia que tinha acabado de ler o livro mais sensacional do mundo.

        Eu aconselho a leitura deste livro porque, há momentos, em que nós mesmos parecemos que fazemos parte da obra, somos também uma personagem.

         Leiam! Não se arrependerão!


                                                                                                          Alexandra Gonçalves nº 2 6º F

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013





Um Amor em Tempos de Guerra

 
António nasceu marcado pelo nome. O mesmo que o vizinho da rua das traseiras, o homem que se fez doutor em Coimbra e que ia à terra sempre que podia, o tal que governava o país com pulso de ferro. Mas de pouco ou nada lhe valeu tão grande nome quando o destino o enviou para Angola, para defender a pátria em nome de uma guerra distante que não era a sua.

                Deixou para trás a sua terra, a mãe inconsolável e Amélia, a mulher que pedira em casamento, num banco de pedra, junto à igreja e que prometera fazer dele o homem mais feliz do Vimieiro.

                Uma das mais belas e excecionais obras que já li. Quando terminei, pensei, logo que me seja possível, lerei “Os Retornados – Um Amor nunca se esquece”.

                Fiquei maravilhada com o enredo, a simplicidade, tudo ligado a um realismo inacreditável.

                O estilo do autor duma riqueza cativante que, quando iniciamos a leitura, não temos coragem de parar.

                Nesta obra em particular, Júlio Magalhães alerta-nos para as injustiças de outrora aquando do envio dos soldados para Angola tendo em vista a defesa da Pátria. Apercebemo-nos aqui quantas vidas foram derrotadas com soldados mortos, outras destruídas, soldados que ficaram deficientes ou com problemas de saúde e, outras ainda, vidas familiares arrasadas, como o nosso António, o protagonista da história, quando chega à sua terra natal.

                Depois de tanto sofrimento, depois de tanta luta, ao António só lhe restava o seu filho e “o banco de pedra, junto à igreja”.

                Uma obra de ler e reler.

                                                                                                              Professora Aldina Parente