segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

MENSAGEM DE NATAL 2017


Que o Espírito de Natal esteja presente em cada dia das nossas vidas e que o ano vindouro seja pleno de realizações e conquistas.
Esta mensagem virtual deixa sentimentos bem reais, em nome de toda a  Equipa Coordenadora das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas de Monção.
Escrevo sobre um Livro

Escola Básica Deu-la-Deu Martins

"A Mala Assombrada" de David Machado
   Este livro fala-nos de dois irmãos, o mais novo não tinha medo de nada e o mais velho tinha medo de tudo, ao virem da escola viram uma mala e o irmão mais velho estava cheinho de medo até aos cabelos, e a partir desse momento aconteciam coisas estranhas e o irmão mais velho pensava que a mala estava assombrada, mas o irmão mais novo não acreditava nele.
   Há muito divertimento e curiosidade. Quem gosta, este é o livro perfeito, podem não compreender no inicio, mas depois de lerem duas ou três vezes está tudo compreendido.
   Eu adoro este livro e vocês também iriam adorar se o lessem.
                                

 Leonor Viana, N.º 12, 5.º B

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Autor do mês de novembro 2017

Biografia
Lídia  Jorge
        Escritora portuguesa nascida a 18 de junho de 1946 em Boliqueime, Algarve, Lídia Jorge é considerada uma das maiores romancistas na literatura portuguesa contemporânea.
       É possuidora de uma licenciatura em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa. Lídia Jorge foi professora do ensino secundário, primeiro em Lisboa e depois em Angola e Moçambique (…).
        Em 1980 edita o seu primeiro romance, “O Dia dos Prodígios” que relata Portugal no período do Estado Novo. Foi o seu primeiro sucesso. Seguem-se outros romances, peças de teatro e antologias de contos.
No início, os seus romances eram mais virados para o "realismo mágico" para depois evoluírem para um tom mais realista. Os seus temas favoritos são a mulher, os "problemas coletivos do povo português" e as "circunstâncias históricas e mudanças na sociedade portuguesa após o 25 de abril".
Em 1982 publica “O Cais das Merendas” e em 1984 “Notícia da Cidade Silvestre”, ambos receberam o prémio Literário do Município de Lisboa. Em 1984 escreve “A Costa dos Murmúrios” onde relata a sua experiência colonial. Este romance de grande destaque confirma o lugar de Lídia Jorge nas Letras Portuguesas. O tema da mulher aparece muitas vezes na obra de Lídia Jorge como no romance da “Cidade Silvestre” (1984) e “A Costa dos Murmúrios” (1988).
Nos anos noventa seguem-se mais romances. “A última Dona” em 1992, “O Jardim sem limites” em 1995 e o “Vale da Paixão” em 1998, romance pelo qual receberá vários prémios: o prémio D. Dinis da Fundação Casa de Mateus; o prémio Bordalo de Literatura da Casa de Imprensa; o prémio Máxima de Literatura; o prémio de Ficção do P.E.N. Clube e o prémio Jean Monet de Literatura Europeia em 2000 (Escritor europeu do ano).
Os anos 2000 veem também a publicação de grandes obras como “O vento Assobiando nas Gruas” em 2002, que recebeu o prémio da Associação Portuguesa de Escritores e o prémio Correntes d’Escritas. Em 2007 publica “Combateremos à Sombra” que recebe o prémio Michel Brisset em 2008 em França pela Associação dos psiquiatras franceses. Em 2009 escreve “Contrato Sentimental”, onde apresenta uma reflexão sobre o futuro de Portugal. Em 2011 publica “A Noite das Mulheres Cantoras” e em 2014 “Os Memoráveis”. Ao longo da sua carreira também publicou antologias de contos: Em 1992 é publicado “A Instrumentalina” e “O Conto do Nodados”. Em 1997 é publicado “Marido e Outros Contos”. Em 2003, “O Belo Adormecido”. Em 2008 “A praça de Londres”.
Também escreveu uma peça de teatro, “A Maçon” que foi levada à cena no Teatro Nacional D. Maria II em 1997, com a encenação de Carlos Avilez. Uma outra obra de Lídia Jorge também teve uma adaptação teatral, “O Dia dos Prodígios”, encenada por Cucha Carvalheiro no Teatro da Trindade. Por fim, o romance “A Costa dos Murmúrios” teve uma adaptação cinematográfica em 2004, por Margarida Cardoso. A maior parte da obra de Lídia Jorge está traduzida em mais de 20 línguas e são estudadas em meios universitários portugueses e estrangeiros.


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

ALI BABÁ e os QUARENTA LADRÕES”
                                                    Adaptação para língua portuguesa de António Pescada

Este livro fala de um homem que segue uns ladrões até à sua gruta e rouba-lhes um tesouro muito valioso, recorrendo às palavras mágicas “Abre-te Sésamo.”.
Ali Babá ficou rico, mas será que, a partir deste momento, pode continuar a viver uma normal e descansada?
Se querem saber o resto da história procurem-na na vossa Biblioteca Escolar.
Eu gosto desta obra, porque é recomendada para a minha idade (11 anos) e para além de muito suspense também nos dá a conhecer algumas tradições orientais.

Gustavo Azevedo, 6.º D

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

O DIÁRIO DE UM  BANANA
“PÕE-TE A MILHAS!” 

                         de  JEFF KINNEY

A personagem principal é o Greg Heffley, um miúdo de 12 anos, que vive numa família composta pelos pais e os dois irmãos, um mais velho e outro mais novo.
O Greg só quer ter um NATAL normal, mas os pais trocam-lhe os planos e marcam férias para uma ilha paradisíaca. O que poderá correr mal??????
Depois do check-in, e uma viagem de LOUCOS para a ilha, os Heffleys planeiam descansar, passar um bom tempo em família, mas, na realidade, vão ter o contrário disso tudo.
 Muitas aventuras, perigos, romance, comédia e muita ação a substituir o Natal tradicional.
Tudo isto para desespero do Greg…

Filipe Pimenta, 6.º.D

terça-feira, 28 de novembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

ULISSES

Eu li esta história pois sei que a professora de Português a vai interpretar nas aulas…
Trata-se de uma história escrita por Maria Alberta Meneres que fala acerca de Ulisses um marinheiro grego. As histórias de Ulisses foram contadas pela primeira vez por Homero, grande poeta grego no seu primeiro livro Odisseia.
  Ulisses vivia numa ilha que se chamava Ítaca,muito feliz com a sua mulher Penélope e o seu pequeno filho Telémaco. Ulisses era o rei da Ítaca, apesar de ser rei era humilde e convivia como o seu povo.
  Certo dia os troianos raptaram a rainha grega e levaram-na para Troia. Assim os dois reinos entraram em conflito. Ulisses não gostava da ideia de ter de ir para a guerra, por isso teve a ideia de fingir que tinha ficado doido. Os amigos testaram-no e descobriram que ele fingia! Foi então que Ulisses teve que admitir e partir nos navios que iam em direção a Troia. Os gregos partiram muito felizes nos seus barcos a pensarem que iam ter uma vitória fácil mas não ia ser bem assim.  A  certa altura já ninguém conseguia suportar a saudade da sua pátria.
   Ulisses teve uma ideia: construir um gigantesco cavalo de pau, assente num carrinho com rodas e na barriga deste se esconderem alguns homens, desarmando o cerco tentando convencer os gregos da sua desistência indo embora, levantando as suas tendas de 10 anos e desapareceram nas colinas.
Os troianos desconfiados ficaram de vigia dois dias, três dias, quatro dias, e convenceram-se que os gregos não voltariam, abriram as portas da muralha e encontraram ali parado ao Sol um cavalo de pau.
Alguns troianos queriam queimá-lo, outros destrui-lo com os machados até que alguém disse que era um cavalo muito lindo e o deviam oferecer  aos seus deuses. Nessa mesma noite começaram os festejos em honra dos deuses gregos: beberam, comeram, dançaram, festejaram…já convencidos da vitória.
E de repente, de madrugada, Ulisses abriu a porta, que tinham feito no cavalo, e saltou para o chão, os seus companheiros fizeram o mesmo.Foi uma destruição total de Troia! Os gregos libertaram Helena.
Os gregos cheios de saudades da sua pátria puseram-se nos barcos. Ulisses reuniu-se com 40 marinheiros e foram em direção a Itáca. Mas a viagem iria complicar-se e muito!...
Para saberem mais acerca das aventuras de Ulisses é melhor fazer como eu fia- ler a história na íntegra pois é uma história repleta de aventuras e emoções avassaladoras!

           Verónica, N.º 19, 6.º C


ESCREVO SOBRE UM LIVRO


ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

O vale dos sonhos 


Esta história de que vos vou falar chama-se “O vale dos sonhos” que é um livro da coleção “O reino secreto”.
Eu gosto de ler livros desta coleção porque são livros de aventura com histórias muito criativas.
Esta história começa quando três amigas estavam em casa de Ellie a jogar ao jogo do burro e a mãe desta as chama para irem pôr a irmã mais nova na cama. Disse-lhes também que havia pipocas na cozinha. As três amigas ficaram muito  entusiasmadas exclamando:
- Não deve ser assim tão difícil adormecer uma menina de quatro anos!
 Ellie respondeu:
- Dizes isso porque não tens uma irmã mais nova se não, não o dirias.
Depois de algum tempo, a Summer e a Jasmin perceberam que Ellie tinha razão mas logo  disseram:
- Se nós as três conseguimos ir a um mundo paralelo e secreto, também conseguimos adormecer esta rapariga.
Após algum tempo lá a conseguiram adormecer. Quando saíam do quarto, em direção à cozinha,  Ellie reparou que a caixa mágica que as costumava transportar para o reino secreto , estava a brilhar e apareciam  uma mensagem. Foi  então que as três amigas se aproximaram e repararam e leram o que lá dizia :mandava-as  ir ao reino secreto pois o rei Merry não conseguia adormecer .Depois de lerem isto ,as amigas concluíram que se tratava  do  palácio do rei Merry.
As raparigas puseram as mãos em cima do tampo da caixa mágica .De repente apareceu uma fadinha a esvoaçar em cima de uma  folha que lhes disse que por muito que ela tentasse não conseguia adormecer Merry… e logo depois transportou-as para o reino secreto.
As amigas pensaram e perguntaram como é que nos outros dias ele adormecia, e a fada explicou-lhes que no reino havia um lugar chamado o vale dos sonhos, onde uns dragões produziam o pó mágico que depois espalhavam pelo reino e todos adormeciam. Foi então que as raparigas tiveram a ideia de ir visitar esse tal lugar para ver se encontravam alguma pista.
A fadinha guiou-as até lá e quando chegaram viram que não estava a haver produção de pó mágico e foi então que um dos dragões que estava lá se aproximou e as cumprimentou.
A fadinha tentou pedir só um bocadinho de pó ao dragão mas ele lamentando-se disse que não lhes podia dar pó porque na noite anterior não tinham produzido o pó mágico.
Outro dos dragões aproximou-se e disse-lhes que para elas perceberem tinham de lhes mostrar como faziam o pó mágico e começou:
- Nós primeiro subimos ao cimo do vale dos sonhos, não temos asas mas galopamos pelo ar e quando lá chegamos colocamos uma das nossas escamas em cima das rochas que depois se transformam em pedras mágicas, aquecemo-las com o nosso bafo ardente e elas transformam-se em pó dos sonhos que depois espalhamos pelo reino e todos adormecem, mas agora não o conseguimos fazer porque temos medo do escuro.
As meninas pensaram e acharam que a rainha Malice devia estar envolvida nisto, mas os dragões disseram que já há muito tempo que não vinha ali ninguém sem ser uma velhinha que lhes ofereceu bolinhos. As raparigas logo disseram que era a rainha Malice disfarçada.
 Elas pensaram logo que aquele medo vinha do feitiço dos bolinhos que a rainha Melice lhes lhes oferecia .As amigas queriam muito ajudar o rei Merry! Então, quando a noite se aproximava as raparigas tiveram a ideia maravilhosas  de pendurar lanternas numa árvore para iluminar o céu, mas os dragões disseram que não era o suficiente para iluminar o céu até ao cimo do vale dos sonhos. Foi então que uma das amigas disse para os dragões levarem as lanternas com eles, mas logo um deles respondeu:
-Nós não podemos levar as lanternas, porque precisamos das patas para galopar e da boca para aquecer as pedras.
Então  Ellie disse:
- Se vocês não podem levar as lanternas, levam-nos às costas e nós levamo-las.
Os dragões aceitaram e logo levantaram voo. Quando estavam a voar em direção ao topo do vale apareceram umas criaturas estranhas- eram os Elfos da Tempestade a atrapalharem a viagem a mando da rainha Malice. Começaram a cair uns  balões de água contendo um liquido mágico chamado “Gotas de Tristeza” aquém  fossem  atingido com elas ficavam tão tristes que não teriam forças.
Os elfos estavam a atrapalhar muito os dragões e conseguiram roubar-lhes as lanternas , que ficaram logo cheios de medo mas uma das meninas acalmou-os ao lembrar-se de uma frase que a irmã lhe disse:
-De noite eu gosto de olhar para as estrelas para não ter medo do escuro.
Ela repetiu isso para os dragões e eles ficaram calmos, Seguiram os elfos porque eles tinham as pedras dos sonhos. Um dos dragões , com o seu bafo, assustou o elfo e ele largou a pedra. Apanharam-na e levaram-na para o cimo do vale.
Os dragões transformaram as pedras no pó dos sonhos, espalharam pelo reino e o rei Merry e todos os outros habitantes do reino adormeceram e o Reino Secreto voltou a ser um reino adormecido.                               Diana Borges Guedes, N.º 6, 6.ºC

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban


Harry Potter é um rapaz um pouco invulgar, pois ele detesta as férias de verão e também queria fazer sempre os TPC, mas tinha de fazê-los às escondidas, durante a noite.
Era quase meia-noite e Harry estava deitado de bruços, na cama, com os lençóis a fingir que era uma tenda. Além disso, tinha também com ele uma lanterna e um livro.
Harry moveu a sua pena de águia, ao longo da página do livro, enquanto procurava alguma coisa que o ajudasse a escrever o texto.
 “A queimada dos bruxos do século XIV foi totalmente inútil. Comente” Este era o seu TPC para aquele dia.
Porque será que ele fez os TPC às escondidas, pela calada da noite?
Bom, isso vais ser tu a descobrir!

Boa leitura!
Tomás Gonçalves, 6.º B

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

Escola Básica JI/EB1 de Pias

JOÃO E MARIA

de Maria Mercês de Mendonça Soares

Era uma vez dois irmãos, João e Maria, que viviam com o pai e a madrasta. Eles eram muito pobres e chegavam a passar fome.
Um dia, o pai disse que já não tinha dinheiro e a madrasta respondeu-lhe que os meninos já não podiam continuar a viver com eles.
À tarde, foram todos à floresta e o pai pediu aos filhos que ficassem, ali num canto, à espera deles enquanto eles iam apanhar a lenha.
Esperaram e, como os pais não voltaram, eles foram andando, até que foram ter a casa de uma bruxa.
Como eles escaparam é o que vocês têm que descobrir ao ler estre livro, de que eu gostei muito.
Carolina Pereira, n.º 1, P4B 

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

Escola Básica JI/EB1 de Pias

A Herança do Elfos

De Fernando Martínez e José Luis Tellería

Era uma vez, uns seres esbeltos e muito bonitos, que existiam há muito tempo. Eles estavam no salão de cristais, no castelo do rei.
Eles são seres mágicos e muito antigos. Quando querem falar qualquer coisa eles cantam. E, foi a cantar que And’uin comunicou aos elfos que o ramo dourado já não brilhava.
As vozes dos elfos juntaram-se e formaram uma linda melodia. Essa canção dizia que queriam encontrar um novo lar.
A elfo Ergh’eil que era muito linda e movia-se com a suavidade dos pássaros cantava muito bem.
Este é um livro de elfos com muitas histórias lindas para ler.


Vânia Dias, P4B

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

“As gémeas no colégio de Santa Clara”

Este livro conta a história de duas gémeas que foram estudar para um colégio. 
É uma história engraçada porque um simples colégio tornou-se numa prisão para elas.
Mas, com o passar do tempo, elas tornaram-se raparigas espetaculares, autónomas e, principalmente, educadas.
Eu aconselho a leitura deste livro, porque nos ensina a ser educados para com os outros.

  

 Inês Mendes Esteves, Nº 10, 5.º B 

terça-feira, 21 de novembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

História de um caracol que descobriu a importância da lentidão

Na minha opinião este texto contém moralidades , que podemos retirar de cada capítulo, que são essenciais à vida:

·        os caracóis não tinham curiosidade em saber o que se passava além daquele prado;
·        a importância da lentidão para conseguirmos ter a visão de pequenos pormenores que se formos ligeiros não os conseguimos detetar;
·        a importância de partilhar os nossos conhecimentos.
Recomendo ler este livro para aprender uma GRANDE LIÇÃO.


Um breve desenvolvimento desta história maravilhosa

Capítulo 1

Este capítulo fala sobre uma colónia de caracóis, que nunca tinham saído para além dos muros do prado. Como não tinham viajado não podiam avaliar, nem comparar porque não tinham conhecimento, mas nem queriam saber, só sabiam o que havia naquele prado.
O prado tinha abundância de dente-de-leão e por isso alguns caracóis mais velhos chamavam ao prado o «País de dente-de-leão». Os caracóis sabiam que eram lentos, muito lentos e silenciosos e por isso eram vulneráveis. Eles nem tinham curiosidade de saber os motivos da sua lentidão e do seu silêncio, mas havia um que queria procurar resposta ao motivo da sua lentidão.

Capítulo 2

O caracol que queria descobrir os motivos da lentidão também queria saber porque é que não tinha nome. Mas os outros caracóis nem queriam saber, só queriam ser felizes vivendo no «País de dente- -de-leão».
Um dia o caracol ouviu 2 velhos caracóis a falar de um mocho que vivia nas folhagens da faia mais antiga. Comentavam que o mocho sabia muitas coisas e de noite falava e cantava muito sobre árvores que eles nunca ouviram falar nem podiam imaginar como eram. Então o caracol resolveu ir, muito lentamente, ter com o mocho para perguntar porque é que ele era tão lento.
Então foi lentamente, muito lentamente e  chegou ao tronco onde estava o mocho e perguntou-lhe porque era tão lento. O mocho abriu e fechou os olhos e deu-lhe uma resposta:
“- És lento porque carregas um grande peso […]”, mas o caracol achou estranha aquela resposta porque a sua concha nunca lhe causou fadiga. Então voltou a perguntar, mas desta vez o mocho não tinha resposta e disse-lhe que ele é que a tinha de a procurar.

Capítulo 3

Depois regressou ao seu prado e tudo estava lento como de costume entre outros caracóis.
Quando chegou ao prado viu folhas a movimentarem-se e uns bichinhos pretos a comerem, alheios ao que se passava ao lado. Esses bichos estavam alegres pois a comida deveria ser muito saborosa.
Os caracóis analisaram esta situação e resolveram que a partir desse dia comeriam juntos ao entardecer, todos reunidos. Para tomar este momento mais agradável eles falavam entre si. Adoravam comer dente-de-leão. Todas as tardes se juntavam para conversar e falavam sobre o trabalho das formigas e dos gafanhotos que andavam aos saltos e não cumprimentavam ninguém.
Os caracóis tinham medo dos HUMANOS porque ao passarem no prado, pisavam os caracóis e esses caracóis já não apareciam, ao entardecer para comer todos juntos e conversarem entre si.
O caracol que desejava conhecer o motivo da lentidão dos caracóis e de não terem nome não parava de questionar-se sobre esse assunto até que um dia um caracol velho já cansado de ouvir as mesmas perguntas disse-lhe que parasse com aquelas perguntas ou então tinha de sair dali. Já estavam cansados das mesmas perguntas. Esta ameaça magoou muito o caracol e entristeceu-se por não ter o apoio dos outros caracóis. Posto isto ele decidiu ir-se embora e só voltar quando tivesse nome, e soubesse o motivo da lentidão.

Capítulo 4

Sem deixar de comer os caracóis viram como o caracol se afastou lentamente, muito lentamente até o verem desaparecer do prado.
Ao entardecer e já a ser noite, o caracol procurou onde dormir. Viu uma pedra não muito alta e pareceu-lhe um refúgio excelente.
Subiu até cima e procurou um lugar mais liso e instalou-se. O caracol não conseguia dormir porque talvez não devia abandonar o prado e os caracóis mais velhos.
Estava o caracol nestes pensamentos, a pedra moveu-se muito lentamente e uma voz perguntou muito cansada:
“- Quem é que subiu aqui para cima?”. E o caracol perguntou:
“- És uma pedra que fala?”. E a pedra disse que não era e voltou a perguntar quem estava em cima, e ele respondeu que era um caracol. E a pedra como sabia que os caracóis eram lentos disse-lhe que também é lenta. E assim adormeceram.
No dia seguinte, o caracol após ter acordado e ter descido da pedra, reparou que não tinha dormido em cima de uma pedra, mas sim de em cima de uma tartaruga. O caracol nunca tinha visto um animal daqueles, mas não lhe causava medo. A tartaruga começou a andar lentamente, muito lentamente e mesmo assim o caracol não conseguia acompanhar e pediu para subir para a sua carapaça. A tartaruga disse--lhe que era a 1.ª vez que lhe diziam que ela era veloz. A maneira que avançavam no caminho a tartaruga disse-lhe que vinha do esquecimento dos seres humanos. Ela vivia numa casa onde não faltava nada e quem cuidava dela eram os seres humanos que lhe davam muito mimo, só que os anos passaram e os humanos abandonaram a tartaruga pois não tinham tempo para ela.
O caracol ficou muito triste com a história da tartaruga. Ele contou-lhe que desejava saber o motivo da sua lentidão e que também queria ter um nome porque até a água que cai das nuvens tinha o nome de “chuva”. As perguntas do caracol aborreciam os outros caracóis e daí o terem expulsado do prado, tendo ele tomado a atitude de regressar ao prado quando tivesse nome e soubesse o motivo da sua lentidão.
Então a tartaruga disse-lhe que enquanto viveu entre os humanos aprendeu que quando um deles fazia uma pergunta desse género ficava apelidado de REBELDE.
O caracol gostou tanto desse nome e perguntou-lhe se ela tinha nome ao qual que ela respondeu que sim. Chamavam-lhe memória porque não se esquecia do caminho.
Os dois continuaram juntos e a tartaruga disse-lhe que tinha uma coisa muito importante para lhe mostrar.

Capítulo 5

Chegaram a um extremo do prado ao qual os caracóis lhe chamavam o fim da vida: era uma superfície escura, uniforme ao que os humanos lhe chamavam de estrada. Do outro lado viam seres humanos. Estavam perante uma vila ou cidade onde chegavam pessoas com bens sobre grandes animais de patas circulares, fortes, velozes e impulsionados por corações de metal (carros). O caracol ficou muito confuso com o que estava a ver em cima da carapaça da tartaruga e então a tartaruga explicou-lhe que a faixa escura era uma estrada de alcatrão e os animais eram carros que deitavam fumo e que os humanos os usavam porque eram demasiado lentos e então usavam os animais de metal. O caracol reparou que os humanos já estavam a cobrir o prado com alcatrão e sentiu medo e a tartaruga acalmou-o dizendo que não tivesse medo. Estava a anoitecer e resolveram fazer a sua refeição antes de adormecer e enquanto comiam a tartaruga perguntou-lhe o que é que ia fazer e o caracol respondeu-lhe que não sabia e nem sabia se já queria conhecer os motivos da sua lentidão ou regressar ao prado com os velhos caracóis, a tartaruga disse-lhe se não fossem tão lentos não se teriam encontrado. O caracol concordou com a tartaruga pois já tinha nome e já tinha conhecido os perigos e agora que ia regressar e avisar os seus amigos. O caracol pediu para dormir em cima da carapaça da tartaruga, mas ela não aceitou dizendo que seria melhor dormir ao seu lado. O sol acordou-o e reparou que a tartaruga se tinha ido embora, no entanto, o caracol estava muito grato por a ter conhecido e fez a sua marcha em direção aos seus velhos e amigos caracóis.

Capítulo 6

No trajeto até ao prado deparou-se com um trajeto de formigas que transportavam gotinhas de mel e parou para não as desorientar e disse-lhes que tinha que passar pois tinha que ir avisar os seus amigos de um grande perigo. As formigas curiosas quiseram saber logo o que se estava a passar e quando se puseram ao par da situação disseram que o tinham que o levar ao formigueiro onde estava a rainha. A rainha perguntou-lhe se tudo o que ouviu era verdade ao qual que ele respondeu que sim. Então ela mandou reunir todos os alimentos para se irem embora e agradecerem ao caracol pela sua lentidão porque se ele fosse veloz nunca teria visto as formigas para lhes contar acerca da estrada que os humanos estavam a fazer. Assim a rainha juntou as suas formigas em fila e disse: Êxodo, êxodo e foram-se embora do formigueiro. Os escaravelhos também agradeceram ao caracol pela sua lentidão pois só assim os pôde avisar e eles logo abandonarem a toca com os seus alimentos.
O caracol já tinha um nome: Rebelde e começou a perceber os motivos da sua lentidão: assim conseguia observar tudo ao seu redor e avisar os amigos do perigo. Era noite e o caracol procurava um sítio para dormir, quando estava prestes a adormecer foi abordado por uma toupeira que lhe perguntava se era ele o caracol que tanto se falava. Ele disse-lhe que sim e que tudo que se ouvia também era verdade, a toupeira ao ouvir isto pôs-se a cavar o solo com as outras para se irem embora.

Capítulo 7

Os caracóis ao ver o caracol a chegar fizeram troça dele sem nunca deixarem de comer as folhas de dente-de-leão e perguntaram-lhe se já tinha encontrado as respostas para as perguntas que fazia antes de partir. O caracol disse aos seus amigos que tinha encontrado uma tartaruga chamada Memória. Eles troçaram do caracol por ele ter encontrado um bicho tão lento como ele, mas, o caracol não lhes ligou nenhuma e contou-lhes tudo o que tinha visto. Os caracóis não acreditaram e disseram que nunca abandonariam o prado, mas rebelde disse-lhes que outros animais o tinham acabado de o fazer quando ele lhes contou do perigo que vinha a caminho. Um dos caracóis mais velhos disse que teria de demonstrar que o que disse era verdade. Então Rebelde mandou-os subir com ele até às longas hastes do calicanto e os caracóis quando lá chegaram repararam que Rebelde não lhes tinha mentido e que os humanos já estavam muito perto do prado com a construção da estrada e o alcatrão. Quem estava no cimo avisou para fugirem o mais rápido possível e então os caracóis mais velhos olharam com respeito para Rebelde e disseram-lhe que facto tinha aprendido muito na sua viagem. Uns dos caracóis mais velhos perguntou-lhe se já tinha nome e o caracol disse-lhe que a tartaruga Memória lhe tinha posto o nome de Rebelde. Assim partiram à procura de um novo prado que tivesse dente-de-leão.

Capítulo 8

Os caracóis partiram muitos tristes e nenhum deles se atrevia a falar sobre a sua tristeza. Eles iam em direção aos humanos e os caracóis mais velhos pediam explicações do motivo porque se dirigiam até ao perigo. O caracol explica-lhes que os humanos à volta da casa deles não estendem alcatrão para que o sol desça às suas casas. Os caracóis, contudo, não iam felizes na sua viagem e queriam regressar ao prado, lugar que nunca deveriam ter deixado, e que melhor era regressar pois ele nem sequer sabia por onde ia. Os mais novos e uns mais velhos ficaram com Rebelde e ele prometeu que haviam de encontrar um novo prado com dente-de-leão.

Capítulo 9

Os caracóis chegaram por fim à estrada e repararam que nada crescia à beira do manto negro. Esperaram que os humanos fossem embora para as suas casas descansar e quando anoiteceu atravessaram a estrada e aperceberam-se que era mais rápido atravessar o alcatrão do que o prado. Deram-se conta que o alcatrão era quente e queriam ficar lá até amanhecer porque era quentinho, mas Rebelde alertou-os que aquilo era uma armadilha para matar os animais porque se ficassem no alcatrão as rodas do carro passavam por cima deles matando-os, assim continuaram a viagem e quando chegaram à outra berma da estrada, instalaram-se numa caverna circular e fria. Todos os caracóis adormeceram menos Rebelde e quando estava prestes a adormecer apareceu um pássaro a dizer que não tivesse medo … era o mocho que vivia no prado. Ele disse-lhe que estava ali porque já nada existia no prado e que eles não estavam bem ali pois aquilo não era uma caverna, mas sim um grande tubo onde circulava a água quando os humanos quisessem. Rebelde sentia-se fracassado iam ser muito lento. Então o mocho que os ajudaria a sair dali e pegou num bocado de madeira e disse aos caracóis que se colocassem aí que ele os transportaria. Os caracóis quando iam no voo aperceberam-se que grande parte de prado havia desaparecido. O mocho deixou-os perto de umas grandes árvores e disse-lhes que este era um bosque de castanheiros em que os humanos tardariam a destrui-lo e mandou-os descer a uma clareira que tinha erva e flores silvestres. Os caracóis agradeceram ao mocho e Rebelde mandou-os seguir em frente.

Capítulo 10

Os caracóis avançavam pelas folhas da cor do outono e conforme avançavam no terreno Rebelde ia ficando preocupado com a falta de alimento… os caracóis estavam esfomeados e não havia comida à vista.
Pouco antes da chegada da geada e da neve os caracóis sentiram o chamamento irresistível da vida e de a continuarem, houve então a fecundação.
Anoiteceu e por muito que esticassem os corninhos dos olhos não conseguiam ver o brilho das estrelas, Rebelde disse que o melhor é meterem-se debaixo das folhas para estarem a salvo, mas, alguns não seguiram o conselho. Quando amanheceu os caracóis saíram debaixo das folhas e viram que os caracóis que ficaram ao relento tinham morrido e logo se deram de conta que tinham de encontrar a clareira de imediato. Alguns não conseguiram acompanhar por causa da fome e do cansaço.

Capítulo 11

Chegaram á clareira do bosque e depararam-se que o frio se tinha antecipado pois estava cheio de geada. Rebelde olhou para trás e viu que só tinha consigo metade dos caracóis que saíram do prado.
Os caracóis foram-se refugiar num tronco que estava  no chão e nele havia algumas ervas que não eram saborosas, mas sim nutritivas. Entrou-se na hibernação. O tempo passou e chegou a Primavera e os caracóis saíram do tronco e avistaram uma grande abundância de flores silvestres e, para além disso, viram também que  por onde eles rastejaram havia uma grande extensão de dente-de-leão. Os caracóis ficaram muito felizes pois encontraram um sítio maravilhoso para viver. Rebelde diz aos seus companheiros que durante a viagem aprendeu muitas coisas:
·        A importância da lentidão;
·        E que tudo quanto desejamos está dentro de nós próprios.

  
Pedro Felgueiras, N.º 15, 6 .º C

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

"UM ATALHO NO TEMPO"


De Madeleine L´Engle

Eu estou a ler um livro muito interessante que fala de uma menina chamada Meg Merry que sente a falta do pai, um cientista, que desapareceu há mais e um ano. Então, ela vai fazer uma viagem no tempo e no espaço com o irmão, um amigo e um grupo de senhoras estranhas para tentar encontrá-lo. Nesta viagem, Meg vive muitas aventuras que a ajudam a acreditar mais em si própria.
Porque terá o pai de Meg e de Charles desaparecido?
Já não vos conto mais nada. Espero que tenham ficado com curiosidade e que leiam este clássico chamado “Um atalho no Tempo” de Madeleine L’Engle.
Bruna Serafim, 6.ºD

terça-feira, 14 de novembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS

O FUSO, A LANÇADEIRA E A AGULHA

dos irmãos Grimm
 
Um dia, uma menina ainda pequena perdeu os seus pais. Como não tinha ninguém, foi viver para casa da sua madrinha.
Passados quinze anos, a sua madrinha faleceu e, na hora da morte, abençoou-a e deixou-lhe os seus bens. A menina trabalhava muito pra sobreviver.
Certa vez, apareceu lá na aldeia um príncipe que procurava uma noiva, mas não queria nem a mais rica, nem a mais pobre. Este aproximou-se delas e a mais rica
disse-lhe o seu nome e beijou-lhe a mão. A mais pobre, cheia de vergonha, baixou os olhos e continuou a trabalhar.
Então, o príncipe foi-se embora e a menina pobre seguiu-o com o olhar, quando ele virou costas.
Pouco depois, este voltou par trás. Sabes porquê? Claro que não, mas também não vos vou contar. Terão vocês de descobrir, lendo este belo conto.
Eu acho-o muito interessante, porque o príncipe escolheu a mais pobre, mas a mais rica em sentimentos e valores. 

Eva Ferreira, 6.º D

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA BÁSICA DEU-LA-DEU MARTINS


A Polegarzinha

de Hans Christian Andersen

Era uma vez mulher que vivia muito triste por não ter filhos. Certo dia, resolveu ir ter com uma feiticeira que a aconselhou:
- Toma, coloca esta semente num vaso e rega-a todos os dias. Em breve verás o que acontece!
Apesar de não perceber o conselho da feiticeira, obedeceu.
Algumas semanas depois, nasceu uma linda flor! Tinha pétalas compridas e no meio delas apareceu uma menina muito pequenina. Ao vê-la, a mulher ficou muito entusiasmada. Certa noite, um sapo apareceu e levou-a para o pântano. Ao chegar lá, a Polegarzinha ficou cheia de medo, pois não conhecia ninguém e percebeu o que lhe estava a acontecer.
Os peixinhos que nadavam por ali, ao verem a tristeza da menina, começaram a roer o nenúfar até que a filha começou a flutuar e foi dar à margem. No entanto, uma toupeira disse-lhe para casar com ela, mas a Polegarzinha não queria, porque iria viver debaixo da terra.
O que terá acontecido? Será que conseguiu escapar e voltar para junto da sua mãe?
É um livro muito ternurento! Lê-o e deixa aqui a tua opinião.


 Francisca Santos, 5.º E

terça-feira, 7 de novembro de 2017

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA EB1/JI PIAS                                                                                 
Reconto da obra “O homem sem sorte”

Era uma vez um homem sem sorte que decidiu fazer uma longa viagem, indo à procura da sua sorte.
Nada do que ele fazia dava certo, era um homem só. Pensando na sua família, verificou que toda ela tinha sorte menos ele.
O homem sem sorte decidiu ir ao encontro do Criador para saber porque é que não tinha sorte. Pegou na sua mala, colocou alguns alimentos e andou um dia, um mês, um ano e um dia e chegou à floresta.
Chegando à floresta encontrou um lobo magro, cheio de fome, há três meses que não comia. O homem assustado, também se queixou da sua vida e disse que ia à procura do Criador. Então, o lobo fez-lhe um pedido. Pediu-lhe que falasse com o criador sobre a sua situação. O homem sem sorte referiu que se se lembrasse perguntaria.
Continuando a sua viagem encontrou uma árvore, com apenas duas folhinhas, acabou por tropeçar nas suas raízes. A árvore descobriu que o homem ia ter com o Criador e fez-lhe um pedido. Pediu para lhe perguntar porque é que estava tão doente. Voltando, novamente, à sua viagem encontrou um vale florido. Chegando à casa de uma moça bonita, esta convidou-o a entrar. Conversaram bastante e quando chegou a noite, o homem sem sorte, levantou-se para continuar viagem. A moça também lhe fez um pedido. Pediu para perguntar ao Criador porque se sentia tão só.
Continuou a viagem e chegou ao fim do mundo. De repente, ouviu uma voz. Depois de conversar com o Criador, este disse-lhe: ''a tua sorte está no mundo, basta ficares atento para perceber o momento certo e apanhá-la ''.
O homem levantou-se e o Criador disse-lhe se ele não queria saber as respostas dos pedidos que lhe foram feitos. Depois de ouvir as respostas começou a correr até à casa da moça e disse-lhe que quando encontrasse um companheiro iria ser muito feliz e continuou a viagem de regresso. Estava a caminhar e tropeçou na raiz da árvore e disse-lhe o que o Criador mandou:
- Estás doente porque tens um tesouro junto às raízes e deves tirá-lo. A árvore pediu-lhe para o tirar, mas ele disse que não e continuou a sua viagem.             
Pelo caminho encontrou o lobo cheio de fome e disse -lhe que o que tinha era fome. Tinha que comer uma criatura estúpida que iria passar junto dele. Nesse momento o lobo encheu-se de força e comeu o homem sem sorte.                       
O homem sem sorte desperdiçou todas as oportunidades que lhe foram aparecendo, acabando por perder tudo porque não soube agarrar as oportunidades da vida.                              

Jéssica Rodrigues e Lara Meinier,  P4B


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

ESCOLA EB DEU-LA-DEU MARTINS


O Príncipe com Orelhas de Burro

de José Régio


Era uma vez um rei e uma rainha que queriam ter um filho.
Certo dia, tiveram um, mas nasceu com orelhas de burro. No entanto, mantiveram o segredo para eles. O Príncipe andava sempre com um gorro feito de lã azul, mas o segredo foi descoberto. Sabem por quem?
Foram umas fadas boas que fizeram desaparecer o gorro. E afinal não tinha orelhas de burro.
Se quiserem saber mais pormenores desta história, que é muito engraçada, procurem-no na biblioteca da vossa escola e leiam-no.


Clara Santos, 5ºE

ESCREVO SOBRE UM LIVRO       

ESCOLA EB DEU-LA-DEU MARTINS


Peter Pan

    de
James Matthew Barrie

Todas as crianças crescem, mas O Peter Pan não. Ele vive na Terra do Nunca com a fada Sininho, e juntos foram visitar os seus amigos.
Peter Pan e a Sininho levaram os seus amigos a conhecer a Terra do Nunca.
Voaram…voaram…voaram. Ao longe, começaram a ver um barco pirata, a aldeia dos índios e a morada dos Meninos Perdidos.
O Capitão Gancho viu Peter Pan e os seus amigos a voar e resolveu atacá-los. Como também queria atacar os meninos, levou-os para o seu barco e queria atirá-los ao mar. Mas Peter Pan veio salvá-los, tendo lutado com o Capitão Gancho. De regresso a casa, Wendy, muito amiga de Peter Pan, pediu-lhe para ficar com eles, mas este disse que não, pois preferia a Terra do Nunca. 
E porquê? Perguntarão vocês.
Ali, na ilha encantada, nunca iria crescer e podia brincar com as crianças para sempre, fugindo às responsabilidades da vida adulta.
Lê e delicia-te com as suas aventuras!
João Tiago, 5ºE