quinta-feira, 19 de abril de 2018

Autor do mês de abril 2018


MARION ZIMMER BRADLEY

Nasceu em Albany, Estados Unidos da América, em Junho de 1930, começando a escrever adolescente. Nos anos cinquenta, era aquilo a que se chama uma “escritora de sucesso fácil”,  Na década seguinte, dedicou-se à produção de romances góticos para poder tirar um curso universitário. As suas histórias de ficção científica do ciclo Darkover ( um planeta onde os seres humanos, ao contacto com os alienígenas, adquirem poderes extrapsíquicos) continuam a ter numerosos admiradores. Com As Brumas de Avalon, e a sua permanência de três meses na lista dos “bestesellers” do New York Times, Marion tornou-se uma escritora de prestígio e uma das mais lidas no mundo inteiro.  O seu maior sucesso sem dúvida foi “As Brumas de Avalon” que levou quase vinte anos para ser concluído devido a uma minuciosa pesquisa que incluía a geografia e localização de Camelot. Sua inspiração veio quando ganhou do avô o livro “As Fábulas do Rei Artur” de Sidney Lamier, que Marion já sabia de cor de tanto reler. É o complemento da série sobre Avalon:
·         A Queda de Atlântida
·         Os Ancestrais de Avalon
·         Os Corvos de Avalon
·         A Casa da Floresta
·         A Senhora de Avalon
·         A Sacerdotisa de Avalon.
 Prosseguiu na mesma senda com Presságio de Fogo (1987), onde reescreve a guerra de Tróia de uma perspectiva feminista. Regressa ao universo mítico da Bretanha druídica, desta vez, em confronto com o Império Romano com A Casa da Floresta (1983). Deixou mais de meia centena de livros.

Fonte: https://www.leme.pt/biografias/eua/letras/marion.html


terça-feira, 17 de abril de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

"APENAS UM DESEJO"
de Barbara O`Connor


Este livro fala-nos de uma menina rebelde que tinha o pai na prisão, a mãe não se conseguia aguentar em pé e só tinha uma irmã que a apoiava em tudo.
Essa menina chama-se Charlie e, quando tinha oportunidade de pedir um desejo, ela pedia, sempre o mesmo:  ter um cão.
No meio do livro, ela esforça-se mais para apanhar o cão, mas será que o apanha? Será que no final tem de voltar para a mãe?

Para descobrirem têm de o ler!

Acreditem em mim, este livro é muito bonito e muito sentimental!!

 Leonor Viana, n.º 12, 5.º B


 ESCREVO SOBRE UM LIVRO

«A LUA DE JOANA»

de  Maria Teresa Maia Gonzalez


Este livro conta a história de uma menina chamada Joana que perdeu a sua melhor amiga. Para desabafar escreve um diário, onde conta à sua amiga Marta o seu dia-a-dia, pois em casa não se sente apoiada.
Joana não percebe como uma menina tão responsável se meteu na droga e está muito revoltada.
A sua avó, que passou a ser a sua melhor amiga, fica doente …            
Que fará ela agora?
Achei este livro interessante e de fácil leitura, embora não tenha imagens. Trata de um tema atual – a droga. Alerta-nos para a importância de nos preocuparmos uns com os outros e mostra-nos que até os mais inteligentes se podem deixar enganar.            
Apesar de ser um livro recomendado para o 8.º ano, aconselho a sua leitura, pois irá trazer-vos lições valiosas!!!
Bruna Serafim, n.º 3, 6.º D

sexta-feira, 9 de março de 2018

Autor do mês de março 2018


Yukio Mishima



Yukio Mishima era o nome artístico utilizado de Kimitake Hiraoka (平岡公威, Hiraoka Kimitake?), que nasceu na capital do Japão em 1925, onde teve uma infância problemática marcada por eventos que mais tarde influenciariam fortemente a sua literatura. Ainda criança foi separada dos seus pais e passou a viver com a avó paterna, uma aristocrata ainda ligada à Era Tokugawa. A avó mal deixava a criança sair de sua vista, de forma que Kimitake teve uma infância isolada. Muitos biógrafos de Mishima acreditam emergir desta época seu interesse pelo Kabuki e sua obsessão pelo tema da morte.
Aos doze anos Kimitake voltou a viver com os pais e começou a escrever suas primeiras histórias. Matriculou-se num colégio de elite em Tóquio. Seis anos depois, publicou numa revista literária um conto que posteriormente foi editado em livro. Seu pai, um funcionário burocrático do governo, era totalmente contra suas pretensões literárias. Nessa época adoptou o pseudónimo Yukio Mishima, em parte para ocultar seus trabalhos literários do conhecimento paterno. Foi recrutado pelas forças japonesas durante a Segunda Guerra Mundial, porém ficou fora das linhas de frente por motivos físicos e de saúde. Este fato tornou-se depois fator de grande remorso para Mishima que testemunhou a morte de seus compatriotas e perdeu a oportunidade de ter uma morte heroica. Forçado pelo pai, matriculou-se na Universidade de Tóquio onde se formou em direito. Após a graduação conseguiu um emprego promissor no Ministério das Finanças. No entanto, tornou-se tão desgostoso que, por fim, convenceu o pai a aceitar a sua carreira literária. Seu pai, um sujeito rude e disciplinador, teria dito que, já que era para ser escritor, era melhor ele se tornar o melhor escritor que o Japão já viu.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Yukio_Mishima

quarta-feira, 7 de março de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


Ali Babá e os 40 ladrões


Eu recomendo a leitura desta obra porque nos dá a conhecer algumas tradições do Oriente e é recomendada para o 6º ano de escolaridade.
Este livro retrata-nos a história de Ali, que para sustentar a família cortava lenha e vendia.
Certo dia, andava Ali a trabalhar quando avistou uma nuvem de poeira. Ali decidiu esconder-se. Para seu espanto, pouco depois, os cavaleiros pararam mesmo por baixo dele. Um deles, aproximou-se de uma rocha e gritou:
“Abre-te, sésamo”.
De repente, a rocha afastou-se abrindo-se uma passagem.
Os salteadores, carregaram o seu saque e entraram para a gruta. Ali desejava pegar no seu burro e fugir mas, os ladrões poderiam vê-lo. Esperou, então, que os salteadores saíssem da gruta e contou-os: 40, tinham saído todos! 
Depois de ter a certeza que os salteadores estavam longe, Ali avançou até ao rochedo e gritou: “Abre-te, sésamo” E a rocha deslocou-se. Ali entrou na gruta e ficou maravilhado. Depois de saciar os seus olhos, Ali pôs-se a refletir. Agarrou em 2 sacos vazios que estavam no chão da gruta e encheu-os. Já com os sacos cheios Ali disse a fórmula mágica e saiu.
Para saberem o que aconteceu a Ali e ao tesouro têm de ler a história na íntegra.

Verónica, N.º19, 6.º C

terça-feira, 6 de março de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


Fantasmas na escola     
                                     de Thomas Brezina

  O João era um menino “ medricas”, tinha muito medo, até da sua própria sombra!.... 
Um dia, no parque de diversões, apostou com a irmã mais velha, que era capaz de entrar no comboio fantasma. Encheu-se de coragem e ?!....
O comboio, que estava fechado há muitos anos, escondia um grande mistério. Então, o protagonista vai viver grandes, emocionantes e assustadoras aventuras com os seus novos amigos monstros não só no parque, mas também na escola que frequenta, brr!..... 

Guilherme Rodrigues, 6.º A


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

“Os Piratas-Teatro”

de Manuel António Pina

 O protagonista é um rapaz com oito anos de idade e tem o nome de Manuel. Vive numa ilha rodeada de mar e coberta de névoa por todos os lados. Numa noite de junho, ele acordou para beber água e ouviu os pais a discutirem no quarto. Percebeu que o seu pai se ia embora, ia trabalhar para a América.
Na despedida, o pai disse-lhe que, se pudesse, voltava para o Natal e trazia-lhe uma bicicleta.
Trata-se de uma história cheia de mistério em que o protagonista se vê envolvido numa aventura que nem ele próprio consegue distinguir se é sonho ou realidade. O momento mais excitante do enredo acontece quando Manuel se vê, quase sem saber como, a bordo de um barco de piratas. 
Este livro é interessante para quem gosta de piratas e gosta de aprender vocabulário.
Pessoalmente, adorei a história. Por isso, aconselho a leitura deste livro.
Alexandre Sanches Domingues, 6ºA

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018


ESCREVO SOBRE UM LIVRO

«Heidi»

       de Johanna Spyri

Este livro conta a história de uma menina órfã que foi viver com o seu avô para o alto das montanhas.
Mas, um dia, foram buscá-la para ir viver para a cidade, onde conheceu a sua grande amiga Clara. Contudo, o seu grande sonho era regressar às montanhas.
Será que regressará?
Achei este livro muito interessante e de fácil leitura. Além disso, apresenta ilustrações alegres e ensina-nos valores muito importantes como a amizade, a lealdade e a partilha.
Aconselho- vos a leitura deste livro de aventuras, pois proporcionou–me tantos  momentos encantadores!

Bruna Serafim, nº3, 6.ºD


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar
                          
                                                           de Luís Sepúlveda

      O livro que vos vou apresentar relata a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo e de Kengah, uma gaivota de penas cor de prata que tinha sido engolida por uma maré negra, durante uma das suas viagens.
Apesar de o petróleo se colar às suas asas, ela conseguiu levantar voo devido à sua enorme força de vontade. Exausta e a sentir-se sem mais força, cai na varanda de Zorbas.
A gaivota, antes de morrer, pede a Zorbas três coisas: guardar o seu último ovo, tomar conta da gaivotinha e ensiná-la a voar.
Então, o gato vai pedir ajuda aos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello.
Será que vai cumprir a sua promessa? Se querem conhecer o resto da história terão de a ler.

Boa leitura!!!

Jéssica Dantas, n.º 12, 6.º D



ESCREVO SOBRE UM LIVRO

O Bando dos Invisíveis
                                       da autoria Joe Carrot


A cidade de Coelhópolis é invadida por notas falsas. Mas estas desaparecem pouco tempo depois de terem entrado em circulação.
Joe, um coelho detetive e um pai de família muito atento, vê-se obrigado a pedir ajuda ao seu amigo FranK Foster. Os dois vão atrás de Kelly Lebre, uma conhecida falsária muito sedutora.

Este livro é muito interessante e cheio de aventuras apaixonantes e alegres.

Lê e diverte-te!


 Eva Ferreira, n.º7, 6.º D 

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


Seis histórias às avessas, de Luísa Ducla Soares

   São 6 histórias fantásticas sobre uma família de vampiros em que o pai bebia groselha, de uma menina que tinha os cabelos amarelos e toda agente dizia que tinha os cabelos de ouro. Fala-nos, também, sobre um monstro que era muito estranho, de um reino em que todos não queriam trabalhar, de uma aventura à época de D. Afonso Henriques e de uma sereia que vivia com as suas amigas as anémonas.
   É um livro que todos podem ler porque tem histórias divertidas e são essas histórias que a maioria das crianças gostam e uma delas sou eu.



Laura, N.º11, 5.º B
ESCREVO SOBRE UM LIVRO


História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar

Este livro é da autoria de Luís Sepúlveda e é muito divertido.
Ele fala sobre um gato chamado Zorbas que prometeu cuidar de uma gaivota recém-nascida, pois a sua mãe estava prestes a morrer. Depois, o Zorbas foi ter com os amigos, e, ao fim de muitas tentativas, decidiram quebrar uma lei dos gatos e pedir ajuda a um humano muito culto que estava sempre a ler.
O senhor ajudou-os e a pequena gaivota conseguiu, finalmente, voar.
Esta foi a minha parte favorita, pois ela fica feliz e diverte-se no ar.


Maria Fontainhas, n.º 8, 5.º A
ESCREVO SOBRE UM LIVRO


   O livro «A Viúva e o Papagaio» fala sobre uma viúva chamada Sr. Gage, que recebeu uma carta dos seus advogados sobre a morte do seu irmão, o Sr. Joseph, que lhe deixava uma habitação e uma fortuna, em Rodmell. Mas, quando a Sr. Gage chegou à casa prometida, esta estava completamente desarrumada e, num poleiro que havia na casa, estava lá um papagaio chamado James, que pertencera a um marinheiro e, como tal, tinha mal feitio. Mas, com esta desilusão, a Sra. Gage só se confortava com as 3000 libras que estavam seguras no banco de Lewes, mas quando lá foi os advogados disseram-lhe que não havia vestígios das 3000 libras. Com isto, a viúva foi para casa a pé e devagar, pois coxeava. Quando chegou a casa esta estava a arder, então a Sr. Gage teve de passar a noite na casa da Sr. Ford. Durante a noite, a viúva viu no parapeito da janela o James, sendo que pensava que estava queimado, e o papagaio levou a Sr. Gage ao chão queimado da casa do irmão e os dois no chão encontraram as 3000 libras e assim a Sr. Gage voltou para sua casa e para junto dos seus animais.
   A minha parte favorita foi quando a Sr. Gage e o papagaio descobriram as 3000 livras, porque revela que se cuidarmos bem dos animais somos recompensados por alguma coisa.
                     Bárbara  Lourenço- 5.ºA- N.º2 


    
ESCREVO SOBRE UM LIVRO

“A FADA ORIANA"

de Sophia de Mello Breyner Andersen

Para mim, este livro expressa vários sentimentos: alegria, tristeza….
Quando acabei de o ler, deu-me vontade de viver uma aventura como a de Oriana.
Ao lê-lo, pensei que Oriana me tinha tocado com a sua varinha de condão e que tinha ficado encantado.
 É uma história cheia de magia, por isso é que eu gostei de a ler!

Alexandre Cardoso, N.º 1,  5.º B



ESCREVO SOBRE UM LIVRO

A FADA ORIANA"

de Sophia de Mello Breyner Andersen

Eu acho que este livro é lindo e, ao mesmo tempo, interessante, porque nos ensina que, tal como Oriana fez e mal, não devemos olhar só para o nosso umbigo, ou seja, devemos pensar nos outros, não pensar só em nós.
Este livro é muito interessante, por isso recomendo a leitura.


Inês Esteves, N.º 10, 5.º B

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Autor do mês de fevereiro 2018


Biografia de Agatha Christie


Dame Agatha Mary Clarissa Christie, (nascida Miller; 15 de setembro de 1890 - 12 de janeiro 1976) foi uma escritora Inglesa. Escreveu seis romances sob o pseudónimo Mary Westmacott, mas ela é a mais famosa pelo os 66 romances policiais e 14 coleções de contos que ela escreveu sob o seu próprio nome, a maioria dos quais giram em torno das investigações de personagens como Hercule Poirot Miss Jane Marple e Tommy e Tuppence . É da sua autoria a peça de teatro em cena à mais tempo no mundo, The Mousetrap .
Nascida numa família abastada de classe média-alta em Torquay , Devon , Christie serviu num hospital durante a Primeira Guerra Mundial , antes de se casar e constituir família em Londres. Embora inicialmente sem sucesso na edição das suas obras, em 1920, The Bodley Head Press publicou seu romance O Misterioso Caso de Styles , com o personagem Poirot . Lançando assim a sua carreira literária.
De acordo com o Guinness Book of World Records , Christie é a escritora mais vendida de todos os tempos. Os seus romances já venderam cerca de 4 biliões de cópias, e as suas obras figuram em terceiro lugar, depois de William Shakespeare e da Bíblia , como os livros mais publicados do mundo. De acordo com o Índice de Translationum , Christie é o autor mais traduzido, e os seus livros foram traduzidos para pelo menos 103 línguas. And Then There Were None (As Dez Figuras Negras) é romance best-seller de Christie com 100 milhões de vendas até à data, tornando-se o romance policial mais vendido de sempre, e um dos os livros mais vendidos de todos os tempos.
Em 1971, foi feita Dame pela Rainha Elizabeth II no Palácio de Buckingham.
A peça de teatro The Mousetrap detém o recorde da mais longa exibição: estreou no Ambassadors Theatre, em Londres a 25 de Novembro de 1952 e em 2012 ainda estava em exibição depois de mais de 25 mil espetáculos. Muitos dos seus livros e contos foram adaptados para cinema, televisão, rádio, jogos de vídeo e banda desenhada.

fonte: https://www.fnac.pt/Agatha-Christie/ia29200/biografia

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

Pedro Alecrim
               De António Mota

O escritor António Mota conta-nos a história de um jovem rapaz chamado Pedro que vivia no campo com a sua família e os colegas: o Luís e o Nicolau.
O Pedro era um jovem que não gostava de andar na escola, mas, por vezes, questionava- se sobre a utilidade de determinadas matérias que o confundiam. Pedro não era bom aluno, mas esforçava-se nas aulas.
Quando regressava a casa, ajudava a tratar do gado e a apanhar erva para alimentar os animais.
Certo dia, o pai do Pedro adoeceu e teve de  fazer uma cirurgia, mas acabou por morrer. Com esta situação, Pedro passou a realizar as tarefas mais complicadas em casa, sendo, assim, forçado a crescer mais rápido do que era esperado, e isso levou a que dessistisse da escola.
Nicolau tinha mudado-se para outro local e os amigos trocavam cartas para superar a separação.
Esta história passa-se numa época em que a escola não era prioridade, o que me fez pensar na sorte que muitos de nós temos em poder aprender e estudar, sorte essa que muitos outros não tiveram.
André Alves, n.º 5, 6.º A



quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

Os Desastres de Sofia
                       
                              de Condessa de Ségur


Sofia, uma menina pequena, era má, mentirosa, gulosa e tinha muitos, muitos mais defeitos do que aqueles que estou a mencionar.
Como era endiabrada, tinha muitos desastres como aquele que lhe aconteceu com a sua boneca de cera.
Num belo dia, olhou para a sua boneca e achou que ela estava pálida e com frio. Então, colocou-a ao sol e esta derreteu.se. Sofia ficou triste, mas lembrou-se de convidar as suas amigas Camila e Madalena para o enterro da sua boneca. Se despertei a vossa curiosidade, leiam este livro.
Boa leitura!!!

                                      Camila Merim, nº 2, 6.º B

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Autor do Mês janeiro 2018


Álvaro Magalhães
Biografia de Álvaro Magalhães

Álvaro Magalhães nasceu no Porto, em 1951.
Começou por publicar poesia no início dos anos 80, em 1982, publicou o seu primeiro livro para crianças, intitulado “História com muitas Letras”.
Desde então construiu uma obra singular e diversificada, que conta atualmente com mais de três dezenas de títulos e integra contos, poesia, narrativas juvenis e textos dramáticos. As suas obras para a infância, onde reina a força do imaginário e da palavra, são o produto de uma sensibilidade espiritualizada que reivindica a totalidade mágica da existência e apelam permanentemente à imaginação e ao sonho, não como formas de escapismo mas como factores poderosos de modelação do ser. Mais recentemente, acrescentou à sua obra a série “Triângulo Jota” de narrativas de mistério e indagação, sendo considerado “o primeiro a conseguir reformular e enriquecer, com sucesso, os modelos conhecidos”.

Atualmente com 16 títulos, a “Triângulo Jota” cativou já perto de um milhão de leitores. Embora a ação dessas histórias seja por vezes vertiginosa, constitui-se como palco para o teatro dos sentimentos. As personagens, expurgadas de infantilidades e artificialismo, são construídas a partir do espaço e do tempo da sua consciência e não pela sua esfera de ação, o que as torna reconhecíveis. A perfeição estrutural dos enredos, um uso peculiar do fantástico e uma “visualidade” quase cinematográfica são algumas das qualidades dessas e de outras obras narrativas do autor. Considerado um dos mais importantes escritores da sua geração, pela originalidade e singular irreverência da sua obra, Álvaro Magalhães foi várias vezes premiado pela Associação Portuguesa de Escritores e pelo Ministério da Cultura, logo desde o início da sua carreira literária.

Fonte: https://www.goodreads.com/author/show/839389._lvaro_Magalh_es

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

Rapunzel e a lagoa Perdida

A Rapunzel não é uma princesa como as outras. Por um lado, só voltou ao seu reino após ter passado dezoito anos aprisionada numa torre e agora é que está a conhecer melhor os pais. Por outro, tem de aprender os hábitos da corte, por exemplo, a forma correta de se sentar ou de fazer a vénia, quando o que lhe apetecia era subir às árvores e pintar. E, ainda, por cima, detesta usar sapatos…
A Cassandra não é uma aia como as outras. Sendo filha do capitão da guarda, desde criança que se sente fascinada pela segurança e pelo armamento. O grande objetivo da sua vida é entrar na guarda, como soldado, e apaparicar princesas não encaixa nos seus planos-principalmente quando o namorado irritante dessa princesa anda sempre a rondar.
Mas, quando Rapunzel e Cassandra tropeçam numa lagoa secreta que tem fama de conter a chave que leva á forca mais poderosa do reino, vão ter de ser elas a solucionar o mistério…antes que alguém mais sinistro as ultrapasse.
Eu recomendo que leiam esta história porque está cheia de aventura, intriga, amor e, mais importante ainda, de verdadeira amizade.

Verónica, N.º 19,  6.º C
ESCREVO SOBRE UM LIVRO


O Palhaço Avaria e o Planeta Bateria

Escrito por “Pedro Seromenho”
Ilustrado por “Sebastião Peixoto”

Este livro está cheio de sentimento, principalmente de amor e emoção! Ele fala de uma tenda de circo e de um palhaço sem pilhas, literalmente. Mostra que um palhaço estranho e diferente também pode salvar os trabalhadores de um circo, pode ter o seu amor, pode juntar-se com ela e ficarem assim por muitos anos! 
Adorei este livro! 
É tão interessante que por mais que o leia não me canso. 
Aconselho-vos a todos, que o leiam! 
É fantástico!

Mariana Machado, n.º 14, 5.º B

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

«Diário da Sofia»
                        de Luísa Ducla Soares

   Aconselho a leitura deste livro.
   A obra relata a história de uma menina que recebe um diário no seu aniversário e eis o que pensa ela: «Que seca!»
  Num dia de chuva, em que não lhe apetecia estudar, lembra-se do diário e resolve estreá-lo. Ela acha interessante o poder da escrita e começa a relatar a sua vida, todos os dias, ao chegar a casa. No seu diário ela conta as diferentes fases da adolescência e os obstáculos que tem que ultrapassar no seu dia-a-dia.
   Esta obra mostra-nos os perigos que podemos correr na adolescência, os cuidados a ter e as decisões que cada um de nós deve tomar.
    A personagem principal aborda o tema da droga e as consequências do consumo excessivo da mesma. Esta foi a parte mais interessante da leitura desta obra.
 Leiam-no, talvez vos possa servir como guia??!!! 

Joana Chen, 6.º A
ESCREVO SOBRE UM LIVRO


“ Uma aventura no Palácio da Pena”
                                 de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.




     Gostei muito deste livro, porque fala de uma aventura passada num palácio considerado uma das maravilhas de Portugal e a ação é cheia de emoção.
Vou contar apenas alguns momentos da história para despertar a vossa curiosidade.
     Os pais das gémeas Teresa e Luísa tinham sido convidados para almoçar numa pequena propriedade em Sintra. À tarde, estava previsto um programa-surpresa. Mesmo assim, as gémeas não estavam animadas, pois havia um filme excelente na televisão que gostariam de ver com os amigos do costume.
     Finalmente chegaram à tal propriedade, conheceram os donos e depois a filha que se chamava Magda. Tinha a idade das gémeas, mas era um pouco mais alta.
     Luísa telefonou ao Pedro e pediu-lhe que ele, o Chico e o João fossem ter com elas ao Palácio da Pena.
     Magda estava preparada para ir a uma representação histórica no Palácio da Pena, mas esta foi cancelada por causa de um denso nevoeiro que o envolvia. A rapariga chorou, desolada, mas as gémeas não se preocuparam muito e até a chamaram mimada. Os rapazes defenderam-na, dizendo que era natural estar desapontada.
     Chegados ao palácio, repararam num senhor que estava a contar histórias de terror, o Sr. Raposo. Ele dizia que o palácio estava assombrado e os amigos quiseram certificar-se do que ouviam, por isso arranjaram esconderijos para pernoitar. Para os amigos era importante descobrir se era verdade ou mentira o que se dizia sobre as lendas do Palácio: o fantasma do rei que se passeia pelas salas nas noites de tempestade ou a história do tritão com as pernas cobertas de escamas.

 Dos vários espaços do palácio surgiam barulhos enigmáticos que, de noite, certamente, assumem uma dimensão de meter medo... Brrr!!!   
Luana Marques, 6.º A                              

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

ESCREVO SOBRE UM LIVRO

O MISTÉRIO DA CASA QUEIMADA
De Enid Blyton

Escolhi este livro para vos apresentar, porque já li outros da mesma coleção e gostei imenso.
Trata-se de um livro de aventuras, pois os cinco descobridores e o seu cão vão viver uma excitante aventura: o incêndio no estúdio do senhor Hick.

Que terá sido o autor deste crime? Que grande mistério!
Certa noite, o estúdio do Sr. Hick começa a arder e um grupo de adolescentes e o seu cão deitam mãos à obra para descobrirem o que aconteceu ao certo e quem ateou fogo ao estúdio do Sr. Hick.
A lista de suspeitos é grande e variada, pois são muitos os interessados em querer prejudicá-lo.
Na minha opinião, este livro é interessante, engraçado e de fácil leitura.
Se querem saber mais sobre esta história, não percam tempo e aproveitem ao máximo a vossa leitura!


Ana Rita Mota, 6ºD

ESCREVO SOBRE UM LIVRO


“O detetive Esqueleto – Os Sem Rosto”
                     de DereK  Landy

Quando tudo estava novamente em paz, uma série de estranhos homicídios acontece.
Então, os “Sem Rosto” voltaram para tentarem uma vez mais acabar com o nosso mundo.
Felizmente, a valente dupla de detetives Skul e Valkyrie vai investigar os estranhos homicídios e descobrir quem é o culpado destas repentinas mortes. Determinados a travar os temíveis “Sem Rosto”, Skul e Valkrie vão lutar contra todas as suas forças para impedir o fim do mundo.
Será que vão conseguir?
Eu aconselho a leitura deste livro, porque é muito interessante e divertido para todas as idades. É um livro de aventuras.
Espero que o leiam e se divirtam tal como eu!



Inês Parente, 6ºE

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

      ESCREVO SOBRE UM LIVRO

Um sonho de amor em Lisboa


Este livro conta-nos a história vivida pelas Tea Sisters Collete, Nick, Pamela, Violet e Paulina (jovens estudantes do College de Topford onde vivem inúmeras aventuras) com os amigos que fizeram na capital de Portugal.
Aconselho, vivamente, a ler este livro porque é um livro de vocabulário e ilustrações cativantes. Além disso, mostra-nos o significado da verdadeira amizade, dá-nos a conhecer locais históricos da cidade de Sintra e Lisboa e explica-nos um pouco mais como se faz um azulejo e a sua preparação até á venda.
Estava Violet a preparar o lanche para as suas amigas quando elas aparecem com uma enorme caixa que lhe tinha sido enviada por Teresa, uma rapariga portuguesa com quem ela trocava muitos emails tornando-se amigas mesmo estando á distância, a caixa continha objectos de porcelana feitos pela família da sua amiga e um bilhete.
Um dia as amigas tiveram uma conversa durante um longo tempo e como estavam de férias decidiram dirigir- se a Lisboa para visitar Teresa e a sua família e assim conhecer pessoalmente a pessoa com quem Violet trocava emails e lhe tinha enviado uma caixa.                                 
Chegadas ao aeroporto eram esperadas por uma rapariga que estava no meio da multidão segurando uma folha na qual se podia ler ”Bem-vindas Tea Sisters”.
Violet foi a correr abraçar a sua amiga e conhece-la.
Teresa era uma rapariga vivaz, muito alegre e cativante e o mesmo se podia dizer da sua família que, em homenagem ás raparigas acabadas de chegar, tinha organizado uma verdadeira festa na sua casa situada em Alfama, um dos mais famosos e antigos bairros de Lisboa.
de Santa Justa.
 Para alojar as Tea Sisters, a família Martins preparou um quarto no último piso da casa. Não era muito grande, mas tinha tudo o que as visitas poderiam desejar! Havia cinco camas umas ao lados das outra, com colchas coloridas, e banquinhos de madeira a servirem de mesas-de cabeceira. As amigas sentiram-se muito bem acolhidas e à vontade ali dentro: à noite quando se retiravam para o quarto, lançaram um último olhar sobre a cidade iluminada que vislumbravam da janela, e após conversarem adormeceram.
 De manhã, era um cheiro a chocolate quente e pão torrado a acordá-las: o doce pequeno almoço preparado por Carlota e Paulo para toda a família. As Tea Sisters desceram para a cozinha para tomar o pequeno almoço e foram surpreendidas pela família Martins já a tomar o pequeno almoço com uma notícia.
Para saberem mais acerca das aventuras das Tea Sisters em Lisboa é melhor fazer como eu fiz ler a história na íntegra pois é uma história repleta de aventuras e emoções.
Verónica, n.º 19, 6.º C